Há três formas de se realizar uma cirurgia: pela forma aberta convencional (laparotômica); por laparoscopia; e por robótica. Os coloproctologistas do IAD Brasília, além de serem especialistas em videocolonoscopia, realizam cirurgias colorretais nessas três modalidades.

  • Cirurgia para refluxo gastroesofágico
  • Amputação abdômnio-perineal do reto (completa)
  • Amputação do reto por procidência
  • Apendicectomia aberta
  • Cirurgia de abaixamento (qualquer técnica)
  • Cirurgia de acesso posterior
  • Colectomia parcial com colostomia
  • Colectomia parcial sem colostomia
  • Colostomia ou enterostomia
  • Colotomia e colorrafia
  • Distorção de volvo por laparotomia
  • Enteropexia (qualquer segmento)
  • Enterotomia e/ou enterorrafia de qualquer segmento (por sutura ou ressecção)
  • Esvaziamento pélvico anterior ou posterior – procedimento cirúrgico
  • Esvaziamento pélvico total – procedimento cirúgico
  • Fixação do reto por via abdominal
  • Invaginação intestinal sem ressecção – tratamento cirúrgico
  • Proctocolectomia total
  • Proctocolectomia total com reservatório ileal
  • Retossigmoidectomia abdominal
  • Amputação abdômnio-perineal do reto por videolaparoscopia (completa)
  • Apendicectomia por videolaparoscopia
  • Cirurgia de abaixamento por videolaparoscopia
  • Colectomia parcial com colostomia por videolaparoscopia
  • Colectomia parcial sem colostomia por videolaparoscopia
  • Esvaziamento pélvico anterior ou posterior por videolaparoscopia
  • Esvaziamento pélvico total por videolaparoscopia
  • Proctocolectomia total por videolaparoscopia
  • Retossigmoidectomia abdominal por videolaparoscopia
  • Estenose anal – tratamento cirúrgico (qualquer técnica)
  • Fissurectomia com ou sem esfincterotomia
  • Fistulectomia anal em dois tempos
  • Fistulectomia anal em ferradura
  • Fistulectomia anal em um tempo
  • Hemorroidectomia aberta ou fechada, com ou sem esfincterotomia
  • Esfincterotomia
  • Videocolecistectomia com colangiografia
  • Vídeo colecistectomia sem colangiografia
  • Tratamento cirúrgico de cisto sacro coccígeo
  • Herniorrafia inguinal uni ou bilateral
  • Herniorrafia umbilical
  • Laparotomia exploradora, ou para biópsia, ou para drenagem de abscesso, ou para liberação de bridas em vigência de oclusão.
  • Gastrostomia confecção/fechamento
  • Colecistectomia por vídeo
  • Hernioplastia incisional e inguinal por vídeo
  • Esplenectomia aberta e por vídeo
  • Apendicectomia
  • Cirurgia colorretal
  • Colecistectomia com colangio
  • Colecistectomia em colangio
  • Hérnia incisional
  • Laparotomia exploradora
  • Linfadecnectomia pélvica
  • Linfadecnectomia retroperitoneal
  • Cirurgia do abaixamento
  • Retossigmoidectomia
  • Hérnia inguinal
  • Hérnia recidivante
  • Polipose intestinal
  • Endometriose profunda
  • Esvaziamento pélvico total

CIRURGIA ROBÓTICA

A cirurgia robótica é uma tecnologia nova no Brasil, uma espécie de evolução da laparoscopia. É um procedimento menos invasivo que as cirurgias convencionais ou abertas. As incisões são muito pequenas, o que resulta em menor índice de sangramento, menos dor e recuperação mais rápida. É uma cirurgia indicada para casos mais delicados, complexos, em áreas de difícil acesso.

Em uma cirurgia robótica, o cirurgião não opera ligado fisicamente ao paciente, mas a partir de um dispositivo (console), de onde comanda e controla os movimentos com uma visão tridimensional bastante aumentada do campo cirúrgico. A dois, três metros tem-se o paciente sendo manipulado por braços com pinças, que são conectados ao paciente por meio de pequenos furos. Ao lado do paciente tem-se um médico auxiliar, um instrumentador e um anestesista. 

VANTAGENS DA CIRURGIA ROBÓTICA

São vantagens para o paciente de cirurgia robótica em relação às cirurgias aberta e laparoscópica:

menor trauma do tecido

Na cirurgia robótica, o campo de visão do cirurgião é tridimensional, o que permite enxergar melhor detalhes como vasos sanguíneos e nervos delicados, resultando em menor tendência a agredir o tecido.

menor perda sanguínea

Na cirurgia robótica, tem-se uma dissecção quase milimétrica, com chances muito menores de lesão a tecido, órgão ou vaso. Agredindo menos o tecido, tem-se em resultado menor sangramento.

menor índice de infecção

Os movimentos do cirurgião no robô permitem giros de até 360º. O uso de pinças bem menores possibilita o alcance de áreas de difícil acesso. A cirurgia de maior precisão resulta em menos risco de infecção.

menos dor no pós-operatório

O campo de visão tridimensional e o uso de pinças milimétricas resulta em maior precisão da cirurgia, sem muita agressão a tecido, com menos risco de infecção e, consequentemente, menos dor.

São vantagens para o cirurgião que opera por robótica:

  • campo de visão tridimensional
  • pinças 1/3 menores que as laparoscópicas
  • movimentos de giro mais amplos (360º)
  • posição ergonômica mais favorável (opera sentado)
  • revezamento de cirurgiões nos movimentos do console
  • eliminação do tremor natural das mãos

As vantagens aos cirurgiões resultam em uma cirurgia de maior precisão, com menos stress e cansaço, o que consequentemente se reverte também em benefícios aos pacientes.

EQUIPE DE CIRURGIÕES

A cirurgia robótica é uma cirurgia realizada em equipe. É preciso um cirurgião no console realizando as manobras e outro ao lado do paciente. Eventualmente, mais de um cirurgião pode revezar nos movimentos no console. Em Brasília, temos algumas equipes que realizam a maior parte das cirurgias robóticas colorretais. Os cirurgiões do IAD operam em vários hospitais da cidade que possuem equipamentos de cirurgia robótica. O cirurgião que opera por robótica precisa ser muito bem treinado, apresentar muita qualidade e muito estudo.

  • Hospital DF Star
  • Hospital Santa Helena
  • Hospital Brasília
  • Hospital Santa Lúcia Norte

PASSO A PASSO DA ROTINA CIRÚRGICA

1. Médico constata necessidade de cirurgia
2. Paciente realiza exames complementares
3. Médico avalia exames em consulta
4. Autorização e marcação de cirurgia
5. Exames pré-operatórios
risco cirúrgico
6. Consulta com o anestesista
7. Cirurgia / internação
8. Alta do paciente e acompanhamento médico
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